Os domingos doem. Não porque a semana está prestes a recomeçar, mas porque a vida pausa e nos obriga a encarar a ausência de quem amamos.

Antigamente, domingos eram sinônimo de almoços em família, risadas compartilhadas e uma rotina cheia de significado. Hoje, resta um buraco no coração.

É o dia em que o silêncio grita mais alto e a saudade pesa. Aquele vazio no sofá, a cadeira à mesa que não se preenche mais, a falta de um “como foi sua semana?” seguido de um abraço caloroso.

Domingo é quando a ausência se faz mais presente. É quando nos lembramos do quanto a vida muda e de como precisamos valorizar cada momento, cada pessoa, cada simples detalhe.

Vamos lembrar com carinho, honrando o que foi, mas também abrindo espaço para o que ainda pode ser. E eu acredito que podemos ser muita coisa, porque mesmo diante da dor, somos reflexos do amor.

Com amor,
Rackel Accetti

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