Se as lágrimas caem, escutamos: “Ainda nessa situação?” Se sorrimos, já soltam: “Superou o luto, né?” No cansaço, é o clássico:
“Você precisa se animar.” E na tristeza, recebemos conselhos como: “Aquela pessoa não quer te ver assim.”

No nosso caminho, encontramos os “palpiteiros do luto”. Não é sempre por maldade (às vezes, é) porém a maioria das pessoas que nunca passaram pela perda de alguém muitas vezes não compreendem a amplitude da complexidade de sentimentos e emoções que envolvem o enlutado durante seu processo. E, embora queiram nos auxiliar com seus “conselhos”, é difícil para elas realmente entenderem o que estamos vivenciando.

Cuidado com o que ouve, com o que absorve.
Estabeleça limites. Não permita que o outro machuque ainda mais suas feridas. Só você conhece a fundo sua dor e a jornada que está percorrendo.
Priorize-se, cuide-se, ame-se e, acima de tudo, bloqueie quem não contribuir positivamente neste momento. Você não precisa de mais sofrimento.

Concorda? Seu bem-estar é fundamental.

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